PERU: Um paraíso perto de você

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O Peru é uma dessas ótimas opções. Há pouco mais de cinco horas de vôo vindo de São Paulo, o país tem opções de surf o ano inteiro, sendo a melhor época de maio a setembro. Ao longo de toda costa peruana, há mais de 140 picos conhecidos entre eles Pico Alto (aonde é realizada a etapa do Big Wave World Tour, uma das preferidas do big rider brasileiro Carlos Burle), Lobitos e Mancora (ótimas opções constantes o ano todo) e a lendária Chicama, a onda mais longa do planeta com quase 4km de extensão nos dias mais clássicos.

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O país é conhecido como paraíso das esquerdas, mas também há ótimas opções de direitas como Punta Rocas, Caballero e várias outras. As ondas quebram sobre fundo de areia ou pedra e há opções para todos os tamanhos de onda e níveis de surf. Não tivesse tantas qualidades para o surf, o baixíssimo custo da viagem torna a ida ao Peru possivelmente a surftrip internacional com melhor custo/benefício no cardápio dos surfistas brasileiros.

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Além do surf, quem visita o Peru tem a chance de conhecer muito da história dos Incas e visitar Machu Picchu, considerado Patrimônio Mundial da UNESCO, o maior símbolo do Império Inca localizada no topo de uma montanha há 2400 metros de altitude. A comida peruana e a hospitalidade dos locais também são pontos fortes para quem visita o país.

Confira abaixo vídeos selecionados de alguns dos picos citados acima e para maiores informações sobre pacotes de viagens acesse o site da Agaxtur Viagens, clicando aqui. Boa viagem!

LOBITOS – Em casal:

CHICAMA – 34 manobras na mesma onda:

PICO ALTO – Extremo:

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Além de ser o berço dos Incas, o império dos tesouros escondidos, o Peru também possui lindas praias, e muitas delas estão entre as praias mais procuradas por surfistas do mundo inteiro. São praias como Punta Sal, Mancora, Huanchaco, Chiclayo, Tuquillo, Mollendo e Mendieta.

Dazaranha volta à Curitiba

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Essa é pra quem está sem ideias do que fazer no final de semana!

Diretamente da Ilha da Magia, a banda Dazaranha volta a se apresentar na capital paranaense no mês de agosto com sucessos como Vagabundo Confesso, Salão de Festa a Vapor e Ô Mané. O show será no Buffet do Batel no dia 29.

O grupo tem mais de 20 anos de carreira é composto pelos músicos Fernando Sulzbacher, Adauto Luiz Charnesky, Chico Martins, Zé Caetano e os irmãos Gerry Costa, Sandro Costa (Gazú ) e Moriel Costa.

Além do reggae rock do Daza, também se apresentam as bandas Haullys e Perna Leiga, além do hip-hop do Dj Ploc.

Para mais informações, confira o evento oficial no facebook.

Aloha ;)

Gabriel Medina quebra tudo no Tahiti

Foto: Reprodução/Facebook
Foto: Reprodução/Facebook

A noite da ultima segunda-feira, 25, foi marcada por mais uma conquista brasileira no Circuito Mundial. O paulista Gabriel Medina faturou o título do Billabong Pro Tahiti 2014, a sétima etapa do WT. Ele derrotou o 11 vezes campeão Kelly Slater em uma final acirrada no swell de Teahupo’o.

Sem mais delongas, confira o que esses dois aprontaram nas ondas de 3.7 a 4.6 metros.

Billabong Pro Tahiti Final:
1- Gabriel Medina (BRA) 18.96
2- Kelly Slater (USA)18.93

Billabong Pro Tahiti Semifinal:
SF 1: Gabriel Medina (BRA) 18.67 def. Bede Durbidge (AUS) 4.17
SF 2: Kelly Slater (USA) 19.77 def. John John Florence (HAW) 19.77

Billabong Pro Tahiti Quarterfinal:
QF 1: Bede Durbidge (AUS) 19.87 def. Adrian Buchan (AUS) 18.43
QF 2: Gabriel Medina (BRA) 17.27 def. Kolohe Andino (USA) 15.27
QF 3: John John Florence (HAW) 19.67 def. Dion Atkinson (AUS) 17.76
QF 4: Kelly Slater (USA) 19.80 def. Owen Wright (AUS) 16.10

Billabong Pro Tahiti Round 5:
Heat 1: Bede Durbidge (AUS) 15.40 def. Michel Bourez (PYF) 14.66
Heat 2: Kolohe Andino (USA) 15.53 def. Tiago Pires (PRT) 6.16
Heat 3: Dion Atkinson (AUS) 19.33 def. Kai Otton (AUS) 14.77
Heat 4: Owen Wright (AUS) 19.87 def. Brett Simpson (USA) 12.83

Billabong Pro Tahiti Round 4:
Heat 1: Adrian Buchan (AUS) 14.66, Michel Bourez (PYF) 13.73, Tiago Pires (PRT) 6.84
Heat 2: Gabriel Medina (BRA) 17.37, Kolohe Andino (USA) 15.57, Bede Durbidge (AUS) 9.00
Heat 3: John John Florence (HAW) 18.16, Kai Otton (AUS) 12.10, Brett Simpson (USA) 8.67
Heat 4: Kelly Slater (USA) 19.44, Owen Wright (AUS) 16.74, Dion Atkinson (AUS) 12.50

A próxima parada é na Califa no Hurley Pro em Trestles. A janela de espera abre no dia 09 de setembro.

Aloha!!

Senta que lá vem história #1

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É com imenso prazer que iniciamos nossas atividades no novo canal do Go Surf. O primeiro vídeo é da série “Senta que lá vem história”, onde a galera do Espaço Surf Curitiba compartilhou algumas aventuras.

Então se acomode e aperte o play!

E para ficar sempre ligado com tudo que rola no canal não se esqueçam de se inscrever :D

Aloha!!

Por:
Estudante de Jornalismo em Curitiba / PR, Professora de inglês e viajante nas horas vagas. Go Surf <3 Namastê!

ASP entrevista os salva-vidas do Taiti

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Durante as competições, há pessoas que são essenciais na praia e que, na maioria das vezes, são esquecidas. A ASP realizou uma entrevista com a equipe de salva-vidas do Taiti e o Go Surf trás a tradução na integra.

Confira o vídeo abaixo e em seguida a entrevista completa:

Quando se trata de segurança na água, a equipe taitiana de salva-vidas é a melhor. Na semana passada, a reação ao acidente de Kevin Bourez durante o Air Tahiti Nui Billabong Pro Trials ajudou a garantir seu retorno seguro à costa. De acordo com um comunicado de seu irmão Michel Bourez (5º colocado no ranking mundial) o estado de saúde de Kevin é estável.

É claro que o resgate de Kevin Bourez não foi o primeiro deles. Os membros da equipe estão sempre se colocando em zonas de risco nos picos mais pesados do mundo, arriscando suas vidas para manter os surfistas seguros. Com uma previsão assustadora para o Billabong Pro Tahiti 2014, o bombeiro Patrice Chanzy, um veterano com 15 anos de carreira, compartilhou a sua perspectiva única sobre o que significa ser um membro da equipe de elite.

O que torna a onda de Teahupoo tão perigosa?
É uma onda grande que quebra em águas rasas, sobre o recife afiado. Às vezes, a crista é duas vezes maior do que a profundidade. Isso faz com que a onda se torne realmente pesada. Se você cair, perde o controle e na primeira vez que você bate no recife já é forte. É afiado e você se corta. Tudo de ruim que pode acontecer em uma vaca, acontece em Teahupoo.

Como foi trabalhar durante o Swell de Code Red (Código Vermelho / Alerta)?
Code Red, uma loucura! As ondas eram realmente enormes e nós dissemos “Ok, a competição não está acontecendo, mas ainda temos nossos skis pessoais”, e decidimos que deveríamos ir lá porque merdas acontecem. Maya Gabeira (BRA) se esmagou e quase se afogou. Poto foi agarrá-la e ela estava quase inconsciente quando ele chegou a ela.

Ele conseguiu trazê-la para os flats e eu fui falar com ela e tirar o colete salva-vidas para que ela pudesse respirar. Ela estava em choque e quase inconsciente, era importante ser capaz de falar com ela, para mantê-la alerta. Como salva-vidas, nunca estamos de folga. É perigoso lá fora e alguma coisa sempre vai acontecer, portanto é bom estar lá para ajudar.

Qual foi o seu salvamento mais assustador?
Não tem um acontecimento que se destaque, tudo é assustador, mas estamos preparados para isso. Nós somos qualificados e certificados para realizar este trabalho, e nos especializamos nas bancadas de coral, particularmente em Teahupoo. Nós conhecemos o pico e sabemos como funciona porque surfamos sempre aqui.

Como você toma a decisão de ir ou não, quando há um surfista na zona de impacto e uma onda de 12 pés (3.65m) caindo em cima de você?
É um julgamento com base em anos de experiência. Você sabe imediatamente se você tem que salvar alguém, mas se tem uma onda vindo, você tem apenas alguns segundos para decidir se você vai ou não. Se você se atrasa, você não vai porque vai ser atingido por essa onda de 12 pés. Você tem que estar pronto para ir no momento certo. É realmente importante se comunicar com o seu parceiro, o motorista, porque dois salva-vidas no ski formam quatro olhos. Às vezes eles não vêem, mas você olha para trás e vê a onda chegando e você diz “Ei, há um grande problema atrás de nós, vamos esperar um pouco” Você não precisa se colocar em perigo, só precisa ter um bom timing para fazer o resgate perfeito. Temos que tomar a decisão certa sobre ir ou não.

Quantos segundos você tem para entrar, pegar o surfista e sair antes da próxima onda quebrar em cima de você?
Isto depende, se você pegar um cara você pode ir direto para a lagoa, por isso é rápido, leva apenas alguns segundos para ir buscar alguém e um minuto para voltar a entrar no lineup. Os jet skis que temos são realmente poderosos para que não percamos tempo. Às vezes, os surfistas optam por não subir no ski e usar os pés-de-pato, o que leva muito mais tempo. Às vezes é melhor e mais seguro subir no ski, porque você não está no recife seco e assim nos comunicamos bastante.

Quantas pessoas formam a equipe de salva-vidas?
São 13 homens na nossa equipe, oito na zona de impacto que fazem os resgates, e os outros formam a segurança no lineup. A maioria deles são bons surfistas. Eles conhecem a onda e são salva-vidas qualificados.

Qual é a importância de ter dois salva-vidas nos skis de resgate?
Os jets skis com os sleds são os skis de resgate, onde fica um motorista e o outro atrás sempre observando. Um sempre está ajudando o outro a dizer para qual lado virar. Quando você vai pegar um surfista, você precisa prestar atenção onde ele está para você se preparar para pular ou não ou saber quando puxar ele. Às vezes é tudo tão rápido que você precisa estar muito próximo a ele, e se você não está você precisa pegar o sled e ir até o cara e colocar ele em cima. Portanto, o trabalho não é apenas do motorista. Os dois bombeiros nos skis são importantes para executar um resgate seguro e bem sucedido.

Por que vocês colocam suas próprias vidas em risco para salvar outras?
Essa é a nossa vida, a nossa paixão. Somos salva-vidas, está no nosso sangue e nós estamos aqui para realizar resgates, se necessário. Tomamos medidas preventivas o máximo o possível, mas se algo der errado, nós estamos lá para fazer o resgate e para realizar os primeiros socorros. É para isto que estamos aqui, isto é a nossa vida. Nós não poderíamos simplesmente olhar, precisamos ir até lá, é automático. Quando a onda é grande é perigosa, mas você não pode ficar na praia e esperar, você se sente melhor ao cuidar de todos. Você sempre cuidar da prevenção em primeiro lugar para evitar um acidente. Esse é nosso trabalho, segurança em primeiro lugar,mas se os surfistas querem se arriscar, nós fazemos o resgate.

Como você se sente sobre a previsão do swell de 15 a 18 pés (4,57m a 5,48m) da semana que vem?
Animado! É para isto que estamos aqui. A competição está acontecendo então sabemos que teremos que fazer alguns resgates, nós estamos preparados e confiantes. Quando ao final do dia tudo corre bem, é um bom dia.

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Aloha ;)